O PsycheMap nasceu de uma lacuna crítica no cuidado à saúde mental: o "ponto cego" entre as sessões de terapia. Acreditamos que a tecnologia, quando guiada pela ética e pela ciência, pode ser a diferença entre a crise e a prevenção.
Nossa plataforma não é apenas um diário digital; é uma sentinela matemática. Unimos a profundidade da Psicologia Clínica com o rigor da Engenharia de Dados para criar um sistema de alerta precoce. Nosso objetivo é claro: reduzir drasticamente os índices de suicídio e crises graves, fornecendo aos profissionais de saúde a visibilidade que eles precisam para agir no momento exato.
A Equipe
Founder & Lead Developer
Engenheira de Software Full Stack com background em Engenharia de Computação e graduanda em Psicologia (URCAMP). Com experiência no Sicredi no desenvolvimento de dashboards de monitoramento em tempo real, Amanda é a arquiteta por trás do motor matemático do PsycheMap. Sua visão une o código escalável à análise do comportamento humano, garantindo que cada linha de programação sirva ao propósito de salvar vidas.
Co-founder & Business Strategy
Gerente de Inteligência de Negócios e IA no Sicredi, com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e inovação. Professor universitário e fundador de aceleradoras como a Ípsillon, Fernando traz ao PsycheMap a expertise necessária para transformar uma solução técnica em um ecossistema sustentável. Ele é o responsável por conectar a inovação do PsycheMap aos grandes players do mercado e instituições de saúde.
Co-founder & Clinical Director (CRP-38254)
Psicóloga Clínica especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Terapia Comportamental Dialética (DBT) — a abordagem padrão-ouro para o tratamento de comportamentos de risco e labilidade emocional. Com atuação no Hospital Universitário e foco em desenvolvimento humano, Eliane garante que o PsycheMap respeite rigorosamente os protocolos clínicos e éticos, validando cada métrica sob o olhar da ciência psicológica.
O usuário é dono de sua história. Privacidade não é um recurso, é nossa base.
Substituímos o "eu acho" por métricas precisas de volatilidade e velocidade emocional.
A tecnologia nunca substitui o terapeuta; ela o empodera para ser mais assertivo.